Monday, December 21, 2009

Dignity for a coin

"Eu vou contar até dez e quando abrir os olhos tudo vai mudar."

Foi isso que pensou Miguel sentado em sua cama, enumerando o número sem fim de acontecimentos desagradáveis que acometiam sua outrora pacata vida de homem comum da cidade grande. Agora seu tênis estava sujo de lama, suas mãos arranhadas e seu supercilho sangrava. Sua camisa branca e sua gravata preta estavam tinjidas de vermelho e fedendo a escremento de cachorro. Mas a culpa era dele, por tentar ser uma pessoa gentil. Pois o mundo não o era, e retribuia com ferocidade tentativas tolas te criar ambientes pacíficos e amigáveis. A contagem começou e terminou, de um a dez, ou de dez a um, a forma de contagem era indiferente pois não importava a preferência, os desejos intrísecos e a força inestinguível de vontade, o resultado era um só, que não por ser 'solo' era leve, brando ou prazeroroso, pelo contrário, era ruim, feio e asquerozo. Nada iria mudar. Nada mudou. O fedor ainda estava alí, o sangue ainda pingava e a dor era inabalável.
Miguel sabia que nessas situações a melhor coisa a se fazer era procurar consolo em um ombro amigo, uma namorada (aquela que ele não tinha), um amigo (que apenas não existiam), sua família (aqueles que o abrigo para abandonados tratava de esconder). Sozinho estava e permaneceria. Foi então que vendo sua estúpida vida decidiu tomar uma medida extrema, algo que acabasse por vez com sua dor, um ponto final, uma placa de 'end of the line', um luminoso que piscasse 'exit'. Colocaria fim em todo o azar, em toda a tristeza. Sabia que se o fizesse seria lembrado como um covarde que desistiu de sua dignidade, mas em prantos não via outra escolha. Foi até a cômoda velha ao lado de sua cama e da gaveta tirou o objeto preto que o conduziria até o fim da agonia. Com o dedo indicador apertou com força, pressionando até o fim o botão vermelho. A televisão ligou e lá estava ele vendo A Fazenda, da Record. Antes que se desse conta estava rindo e torcendo, se indignando com a fofoca, e fofocando indignado. Experniou, gargalhou e roeu as unhas quando a Roça foi formada. A sua dignidade fora parar no lixo, mas junto dela tudo que havia de ruim em sua vida. Só sobrara ele, o Brito e sua torcida veemente para o Xuxa. Adorava o nadador. Queria não apenas que o medalhista brasileiro ganhasse um milhão de reais, mas queria que ele comesse a Sheila Melo e desse um soco na cara do Caco. Assistiu eufórico até o último bloco do programa, quando descobriu que o Xuxa fora eliminado. Sua dor voltara e o fedor também. Mas foda-se a dignidade, todo dia às 20h ela iria embora novamente, e levaria sua dignidade junto, seria um peso a menos.

Esse é meu modo de dizer: Não assitam A Fazenda.

Friday, November 27, 2009

Papai Nohell

Pedro esperava escondido atrás do sofá da sala. Era mais de meia noite, a hora certa para o Papai Noel aparecer. Desecendo pela chaminé com seu enorme saco de presentes vermelho. A noite estava fria e por isso Pedro segurava um cobertor sobre as costas, tentando se manter aquecido mesmo longe de sua cama. Seus pais não desconfiavam de sua empreitada, Pedro preferira não falar nada para eles, sabia que o pai Jorge diria que Papai Noel não existe, e ainda completaria com um veemente: "Você já está grande demais para acreditar nessas bobagens!". Mas Pedro, mesmo já tendo completado 8 anos sabia, com a certeza de quem vê, que o Papi Noel existia, desceria naquela noite de natal por sua chaminé e marcaria para sempre sua vida.
Pedro escrevera uma pequena carta três meses atrás onde pedia um carrinho vermelho e um videogame. Sabia que se mandasse pelo correio jamais chegaria, pois ninguem, ninguem mesmo, sabia onde o Papai Noel morava. Se soubessem iriam querer pegar os presentes da crianças, e por isso o Velho Noel se escondia nas montanhas frias do Além das Nuvens. Por isso Pedro pegou sua carta, enrolou como uma panqueca e prendeu com um fio no pé de um pequeno pássaro que seu pai havia lhe dado, o periquito alçou vôo com velocidade e se perdeu no céu, Pedro ficou admirado com a eficiência do passarinho, pois ele rumara exatamente na direção onde o garoto achava que ficava a casa do Noel.
Agora era só esperar ele trazer o que Pedro pedira. E o garoto fizera sua parte, se comportara como nenhuma outra criança em todos os 'mil outros continentes', como pensava. Não deixara de estudar, respeitou seus pais, amou os animaisinhos e plantou três sementes que virariam três grandes árvores. Fora uma criança única, pois não queria perder a oportunidade de ver o velhinho mais legal do mundo.
Quando um barulho de roçar soou vindo do buraco da chaminé Pedro sentiu os finos pelos de seu braço magro se eriçarem. Ele se apertou atrás do sofá e deixou apenas sua cabeça de fora, espreitando um diminuto campo de visão, que compreendia a brilhante árvore de natal, o buraco da chaminé e a mesa de jantar. O barulho ficou mais alto e depois de alguns segundos um pé apareceu no buraco da chaminé, usando uma bota preta e uma calça vermelha. Com certa dificuldade o resto do corpo foi aparecendo, até que o Papai Noel finalmente conseguisse sair por completo da chaminé. Ele estava quase não estava sujo, o que era uma proeza, haja visto que a poeira era grande no vão. Pedro notou que ele não era exatamente como imaginara, sua barba era desgrenhada e suas feições eram pouco angelicais. Era gordo como diziam, mas tinha braços fortes e luvas de veludo branco. Papai Noel se dirigiu até a arvore de natal e antes mesmo que fizesse qualquer qualquer outra coisa, Pedro saiu de trás do sofá e falou, mas não o suficiente para acordar os pais: "Eu sabia. Eu sabia. Você existe e veio deixar meu presente." O Velho Noel se assutou com a presença da criança, deveria estar velho demais, pois nunca antes fora surpreendido por alguem no meio das visitas. Um sorriso se fez por trás da barba amarelada, havia algo de impuro no feição do Noel, mas a criança jamais perceberia. Ele caminhou em direção ao pequeno garoto de cabelos castanhos, pôs a mão direita sobre sua cabeça, se ajoelhou e disse: "Olá garotinho, você quer seu presente? Eu tenho ele aqui. Você é um garotinho muito bonitinho sabia.". "Eu quero meu presente, você recebeu minha carta, enviei pelo meu passarinho." disse Pedro, que já jogara o cobertor longe e saltava de alegria. "Por que você não senta no meu colo e me diz o que você queria?". Pedro pela primeira vez se sentiu desconfortável, gostava muito do Papai Noel, mas agora que vira ele na sua frente tinha um certo medo por trás da incontrolável vontade de ganhar o seu videogame. "Eu me comportei do jeito que o senhor queria. Mereço meu videogame não é?", Papai Noel ficou calado, olhando para o garoto com um olhar que fez Pedro ter vontade de voltar para sua cama. "Primeiro eu quero que você sente no meu colo", gruniu o Papai Noel. Pedro deu dois passos para trás, o sorriso saira de seu rosto, e uma expressão de confusão e medo entrara no lugar. "Eu acho que já vou dormir", susurrou Pedro, mas antes que pudesse se virar e correr o Papai Noel pulou em sua direção, pegando-o pela cintura, tirando-o do ar e apertando o forte contra o peito. Pedro sentiu o bafo forte do Noel em seu rosto e antes que gritasse sentiu a mão do velho tampar sua boca. Começou a chorar ao ver os dentes tortos e amarelados do do velho, que sorria debilmente. "Você é muito lindinho, vou levar você pra mim sabia? Na minha casa tem muitas outras crianças como você. Elas adoram brincar comigo, e você também vai gostar. " A mão direita do velho desceu pelas costas de Pedro, que se debatia, até tocar suas nadegas. "Vou brincar muito com você, vou tocar você e você vai me tocar, e eu vou te dar o presentinho que você queria.". A gargalhada do velho era gultural e perversa e soou por toda a sala e só parou quando ele sentiu algo quente tocando sua barriga, viu que Pedro havia mijado nas calças. Jogou o garoto com força para o lado e começou a se limpar. Pedro caiu no chão com violência e sentiu um corte abrir em sua testa. "Você é imundo, mas eu ensino você a ter boas maneiras.". O velho pegou Pedro pelo pescoço e jogou em suas costas, pegou o saco vermelho com a mão livre e caminhou em direção ao buraco da chaminé. Antes de entrar na chaminé olhou mais uma vez para a sala para ver se havia esquecido algo, mas o que viu fez os cabelos de sua nuca se levantarem, no pé da escada que dava pro primeiro andar estava apenas de calção, era magro e forte e tinha uma barba expessa, porém castanha. O homem tinha um taco de beisebol na mão direita e sustentava um olhar tão cruel e violento que fez o Velho Noel fraquejar pela primeira vez em sua vida.
Não houveram palavras, apenas urros de esforço e dor quando os dois correram um na direção do outro e se chocaram com impacto. Papai Noel tirou de seu saco vermelho uma machadeta, mas a desatenção lhe custou uma pancada forte na cabeça, que quebrou o taco de beisebol e rompeu seu supercilho. O humano que estava na sua frente jamais conseguiria lutar de igual à igual com um ser mítico como ele. Tentou cortá-lo com sua machadeta, mas estava lento demais, velho demais. Levou dois socos no estômago, que mal sentiu. Quando o homem abriu um espaço Noel o socou com toda a força. O homem voou pela sala e se chocou contra a parede oposta da chaminé. Seu corpo caiu sobre o sofá ele cuspiu sangue sobre o carpete branco. O homem ficou imóvel, Noel pegou sua machadeta e mirou, para lançá-la na cabeça do pai humano. Antes que jogasse, sentiu uma dor fraca na coxa, era Pedro que mordia com toda sua força a perna do velho. Só foi preciso um tapa para que Pedro largasse a perna do Noel e caísse demasiado no chão, o sangue manchando todo o seu rosto. Pedro não conseguiu ferir Noel, mas o distraiu, o suficiente para seu pai pular em cima da barriga do velho, puxar sua cabeleira branca trás das costas e socar três vezes com toda sua força a face maligna do velho. O sangue espirrava da cara de Noel quando deferiu um golpe com a machadeta que cravou no braço direito do homem, que urrava de ódio. O golpe foi profundo, mas o homem estava cego para a dor, apenas tirou a machadeta cravada em seu braço que golpeiou aleatoriamente, cortando vento, carte, cabelo e pele. Papai Noel jamais havia sido tão humilhado, estava sendo enfrentado por um mero humano, que ousava permanecer em pé. Decidiu então terminar com a brincadeira, o homem avançou mais uma vez, com a arma na mão. Papai Noel jogou a árvore de natal sobre ele, e então o acertou com um soco no peito, o homem caiu desmaiado no chão. A sala estava destruída e ensanguentada parecia cenário de um crime brutal. E o era.
O velho Noel, pegou a criança caída pelos cabelos e ajogou sobre o ombro, pegou seu saco e sua machadeta e caminhou em direção a chaminé, subiu-a com dificuldade, mas conseguiu chegar no telhado da casa. Lá suas renas o esperavam, subiu no trenó e deu partida, em direção às Montanhas do Inferno.
Horas depois o pai da criança acordou. Chorou desesperadamente e gritou por horas sem parar. Papai Noel levara seu filho, ele havia falhado. Ele perdera o próprio filho.

Anos mais tarde, depois de 135 anos sem receber uma visita sequer, Papai Noel ouviu o barulho de alguem batendo na porta. Mais um viajante perdido nas monatnhas geladas, mas Papai Noel lhe daria abrigo, um quarto quente ou comida. Apenas lhe mandaria correr e quando estivesse longe o suficiente atiraria com sua espingarda, um tiro certeiro nas costas. Papai Noel, porém, estava enganado. Para sua infelicidade o visitante não estava perdido, não queria abrigo, nem quarto quente, e a única comida que lhe saciaria eram as entranhas do velho Noel. Devo dizer que a luta foi grandiosa. Papai Noel lutou bravamente, mas não conseguiu tirar sangue do homem que lhe socava com violencia. Tudo dentro da casa do velho foi revirado e jogado aos lados enquanto dois homens se degladiavam pela vida e pela morte. Como da última vez que Noel vira o homem, não houveram palavras, apenas urros insasiaveis de prazer e terror. Quando a luta parou Noel estava sem um braço, com um olho arrancado e com rasgos profundos no peito. Estava curioso para saber que era o homem que o mataria, então decidiu perguntar: "Quem....", antes que terminasse a frase pulou para cima dele e acertou com bastão de ferro sua mandíbula, arrancondo-a fora da face. Papai Noel caiu morto e o homem urinou em sua cara deformada. Não haviam mais crianças no local, como imaginara, todas já haviam sido devoradas pelo velho. O homem levou o corpo de noel para fora e ateou fogo na casa, as chamas que levantaram-se tinham mais de 15 metros, haviam muitos pecados para serem queimados.
Uma corda predeu o pé de Noel ao trenó. E depois de alçado vôo o corpo empapado de sangue do bom velhinho foi visto em mais de 70 países. O pai dirigiu o trenó até a maior árvore de natal do mundo, localizada em New York. Lá de cima soltou o corpo de Noel sobre os galhos fictícios, que caiu quebrando milhares de lâmpadas coloridas, e ateou fogo na árvore, que queimou e explodiu como se fosse uma festa, mas para o pai, aquilo era o inferno.

A partir daquele dia ninguem jamais acreditaria em Papai Noel. E todos os festejos ao redor do bom velhinho foram proibidos por todo o mundo. Pois sinalizavam mau agouro e morte.





Esse é o meu jeito de dizer feliz natal kojiros. Desculpa se o texto ficou meio corrido da metade pro final. Mas é de coração, mesmo assim.

Tuesday, September 29, 2009

Estilo da cabeça ao tênis


Para mais estilo click aqui e seja feliz.

Saturday, September 26, 2009

Já disse o poeta

Aos meu amigos

Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos...

Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre...

Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nos e-mails trocados...

Podemos nos telefonar... conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar... meses... anos... até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo...

Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? Diremos que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto!!! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!

A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente... Quando o nosso grupo estiver incompleto... nos reuniremos para um último adeus de um amigo. E entre lágrima nos abraçaremos...

Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado... E nos perderemos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores... mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!!!
Vinícius de Moraes

Sempre penso no kojiro quando leio isso.

obs: Quem vota por um kojiro churras em outubro?

Monday, August 10, 2009

Fred, tu vai pra faculdade hoje?






(...)

Wednesday, July 15, 2009

Kojiro Trip

Como combinado segue ai um valor estimado para uma possível viajem final do ano de todo o pessoal. Ta eu não acredito que todo mundo consiga ir, mas que dá pra ir a maioria eu sei que dá. Basta ter interesse. Os valores são estimado e tomados pelo valor base, ou seja, um valor acima do que aquele que a gente pode de fato encontrar. Imagino que cada total possa ser diminuido em 300 reais. Mas é sempre bom pensar em valores mais altos, pois o que sobrar é lucro. De qualquer forma não acredito que dê para fazer uma viajem, assim tão próximo do final do ano, para lugares onde a passagem de avião passa de 1500. Gostaria, mas acho um pouco impraticável para a maioria dos kojiros em tão curto período. Minha sugestão continua a mesma: irmos para Belém. Além de ser uma cidade bastante cultural e turística eu e o Lucas moramos lá, o que facilita muita coisa. Adianto que tem muita coisa massa para conhecer lá, como praias, museus, teatros, boates, cinemas, etc. Ainda existe a possibilidade de conseguirmos (dependendo do número de pessoas) local 0800 (free) para ficar, o que já tiraria cerca de 350 reais do orçamento individual. Enfim, jogo a idéia para discussão. Mas adianto: de nada serve cada um colocar um lugar que quer ir nos comments e pronto. A gente precisa achar um denominador comum, temos que ver que não temos muito tempo para decidir e não adianta apenas falar 'sim' ou 'não'. Vamos conversando sempre que possível, acho que é uma boa oportunidade em um bom momento. Espero que concordem.

Viajem Fortaleza / 7 dias


Passagem Aérea - R$ 1.800,00
Hotel - R$ 350,00
Tansporte (taxi + ônibus) - R$ 100,00
Passeios - R$ 200,00
Gastos Gerais - R$ 850,00

Total - R$ 3.300,00


Viajem Campo Grande / 7 dias

Passagem Aérea - R$ 1.600,00
Hotel - R$ 350,00
Tansporte (taxi + ônibus) - R$ 100,00
Passeios - R$ 200,00
Gastos Gerais - R$ 850,00

Total - R$ 3.100,00


Viajem Porto Velho / 7 dias

Passagem Aérea - R$ 1.000,00
Hotel - R$ 350,00
Tansporte (taxi + ônibus) - R$ 100,00
Passeios - R$ 200,00
Gastos Gerais - R$ 850,00

Total - R$ 2.500,00


Viajem Curitiba / 7 dias

Passagem Aérea - R$ 1.700,00
Hotel - R$ 350,00
Tansporte (taxi + ônibus) - R$ 100,00
Passeios - R$ 200,00
Gastos Gerais - R$ 850,00

Total - R$ 3.200,00


Viajem Belém / 7 dias

Passagem Aérea - R$ 1.000,00
Hotel - R$ 350,00
Tansporte (taxi + ônibus) - R$ 100,00
Passeios - R$ 200,00
Gastos Gerais - R$ 850,00

Total - R$ 2.500,00

Sunday, June 14, 2009

Da Série Lenha na Fogueira...

O que aconteceu quando o primeiro Esperto encontrou o primeiro Ingênuo?









































Deus surgiu.

Saturday, June 13, 2009

Kojiro Taco

Do Campeonato

  • O campeonato será por pontos corridos, onde todos os jogadores se enfrentarão;
  • Em cada rodada todos jogarão contra um adversário a ser sorteado na hora do evento;
  • Participaram aqueles que estiverem no local e hora indicada com o valor da inscrição;
  • A inscrição custará R$ 10,00 e será convertida em premiação, também em valores, para o primeiro, segundo e terceiro colocado. O primeiro colocado receberá R$30,00, o segundo R$ 20,00 e o terceiro R$ 10,00. O restante será destinado para a compra de fichas;
  • Se a previsão de 7 jogadores for confirmada, ocorrerão um total de 21 partidas;
  • O campeonato será realizado em duas ou três mesas (dependendo da disponibilidade) simultaneamente. Com previsão de 2 horas de duração;
  • Os jogadores que não estiverem jogando deverão obrigatoriamente atuar como árbitro das demais partidas, avaliando faltas e marcando as pontuações.
  • Só poderão participar Kojiros e afiliados. A inserção de qualquer pessoa fora do círculo do Kojiro deverá ser previamente requerida junta aos demais membros por meio de comentário e voto democrático;

Do Jogo

  • A saída da tacadeira (bola branca) é marcada por um semicírculo (“D”) marcado no lado oposto do posicionamento das bolas coloridas;
  • São 15 bolas no total, sendo a tacadeira, 7 bolas pares e 7 bolas ímpares;
  • O jogador deverá decidir, por meio de conversão (encaçapar bola), seu grupo de domínio, que poderá ser o das bolas pares ou ímpares;
  • A organização das bolas no triangulo inicial é aleatória;
  • Vence a partida quem primeiro encaçapar todas as bolas de seu domínio.


Da Saída da Partida

  • O vencedor do ‘par ou ímpar’ decide quem realiza a saída;
  • Se, antes de definido o grupo de domínio, o jogador derrubar duas bolas em uma tacada de grupos diferentes ele decidirá qual irá seguir. Não há penalidade alguma;
  • Se, antes de definido os grupos de domínio, o jogador derrubar a bola branca, o adversário escolherá o grupo de seu domínio. A bola branca retorna para a área de saída.

Da Saída de Jogo

  • Encaçapar bola licitamente obriga a continuar a ação de tacada. Perde o direito da ação e a transfere ao adversário, o jogador que:
  • não encaçapa bola;
  • encaçapa bola do grupo do oponente;
  • comete qualquer falta.


Do Retorno de Bolas (retorno à mesa de jogo)

  • Convertida (encaçapada) durante partida, lançada fora da mesa ou retirada do jogo irregularmente, a tacadeira (bola branca) retorna em qualquer ponto delimitado pelo semicírculo “D”;
  • Bolas de mesmo grupo lançadas fora da mesa retornam coladas na posição central da tabela superior, ou seja, coladas na lateral da mesa que fica nas costas do “D”, unidas entre si quando mais de uma;


Das Faltas

  • Converter (encaçapar) bola do grupo do oponente;
  • Converter a tacadeira;
  • Conduzir a tacadeira (“carretão”);
  • Dar mais de um toque na tacadeira;
  • Acidentalmente lançar a bola para fora do campo de jogo;
  • Jogar com qualquer parte do taco que não a sua ponteira;
  • Jogar em bola do grupo oponente;
  • Tocar indevidamente em qualquer bola;
  • Jogar a tacadeira sem ter contato com o piso;
  • Jogar com bola em movimento;
  • Jogar com a tacadeira fora da área determinada, na saída ou quando retorna ao jogo;
  • Usar bola numerada ao invés da tacadeira;
  • Não acertar bola alguma com a tacadeira;


Das Penalidades
  • Na ocorrência de qualquer falta:
  • É retirada do jogo a bola de menor valor do grupo de domínio do adversário beneficiado, e adicionalmente concede as opções de;
  • Em seguida o beneficiado joga normalmente; ou,
  • Passa a tacada ao penalizado, sem direito de recusa; e
  • A falta por “bitoque” ou “condução”, adicionalmente determina que uma das bolas do penalizado, escolhida pelo beneficiado, seja colada no ponto central da tabela superior.


Das Penalidades

  • Pontos Gerais:
  • Uma vitória valerá 10 pontos;
  • Um empate valerá 4 pontos. O empate acontece quando o em uma tacada o jogador derruba sua última bola e a bola do adversário;
  • Será considerado Vitória Absoluta, quando o jogador derrubar todas as suas bolas e antes que o adversário derrube uma bola. Será conferido ao vencedor 18 pontos;
  • Extras:
  • Será conferido 1 ponto ao jogador vencedor para cada bola adversária que permanecer na mesa ao fim do jogo;
  • O jogador que encaçapar duas bolas de seu domínio em uma só tacada receberá ½ ponto extra;
  • O jogador que estiver em Sinuca, ou seja, impossibilitado de acertar uma bola de seu domínio sem tocar na tabela, e mesmo assim encaçapar uma de suas bolas receberá ½ ponto sobre sua pontuação final. Para isso o jogador precisa alertar o árbitro ou o jogador adversário sobre sua pretensão antes de fazê-lo.
  • O jogador que realizar um Combo Triplo ou superior, ou seja, derrubar três bolas ou mais em jogadas seguidas e ininterruptas, receberá ½ ponto.

Simulação:

Jogador 1 vence o Jogador 2 e na mesa sobram duas bolas adversárias. O jogador 1 então recebe a pontuação de 12 pontos. O jogador adversário realizou um combo triplo (½ ponto) e encaçapou uma bola saíndo de uma sinuca (½ ponto), portanto sua pontuação ao fim do jogo será de 1 ponto.



Mais informações nos comentários!

News at the Door

Some changes at the blog. Just for fun.

The Head = An image of Picasso called "The Beats of the Night".
The Votation = Just a real pertinent question about Dellano 'Catch the Laje' Pinto.
The Photo = A important ilustration about the efects of drugs abuse.

And nothing more.

A hug.